Mudinhas de Espinafre Especial – Lanterna Verde: Cavaleiros Esmeralda

O Mudinhas de Espinafre trata de assuntos pop (quem diria?) que marcaram o dia-a-dia do espinafrando, no formato de pílulas. Ou seja, textos curtos e sem profundidade. Mas como é especial e fecha (finalmente!) a semana Lanterna Verde, será monotemática e um pouco mais longa do que de costume. Vamos a ela!

Animação

Lanterna Verde: Cavaleiros Esmeralda

O segundo longa animado do Lanterna Verde, lançado em DVD nessa semana, é baseado numa série em quadrinhos com histórias curtas sobre a Tropa: Tales of the Green Lantern Corps.

Lanterna Verde: Cavaleiros Esmeralda

São 5 contos focados nos Lanternas Laira, Kilowog, Abin Sur, Mogo e no 1º Lanterna Verde (que na verdade é o 4º, mas isso fica pra quem assistir ao DVD), narrados por Hal Jordan a uma recruta (Arisia, personagem bem cativante nas HQs), enquanto toda a Tropa se prepara para enfrentar um Guardião renegado que ameaça destruir o planeta-sede dos Lanternas, Oa, e de quebra, partir pra conquista do Universo.

(não faz ideia do que estamos falando? Dê uma passada aqui pra se inteirar)

E o que achamos? Bem, nas sábias palavras da esposa do espinafrando:

—É legalzinho, prende a atenção. Mas se as histórias dos gibis forem iguais às do desenho, vocês nerds se contentam com pouco.

E é mais ou menos isso mesmo. Esse DVD é um verdadeiro paradoxo: histórias ingênuas demais pra conquistar um leigo e simplificadas demais pra contentar um fã hardcore (e não vejo um não-fã querendo comprar). E mais bizarro ainda: traz alguns momentos de violência explícita dignos de um Eli Roth (O Albergue) em meio a partes totalmente infantis (no sentido ruim da palavra).

Pior que isso: os roteiros fraquinhos são escritos por bons roteiristas das HQs, vai entender. Nesse sentido, é emblemático que dois contos baseados em histórias do Alan Moore sejam creditados apenas para os respectivos desenhistas. O velho mago deve ter sentido o cheiro de farsa lá da Inglaterra e preferiu nem saber do que se tratava.

O design e a animação ficam num meio caminho entre o estilo Bruce Timm clássico (Batman – The Animated Series; Justice League Unlimited) e o animê japonês (olha o pleonasmo!). Mas o que chamou mais a atenção é que o punk Henry Rollins faz a voz de um dos personagens. Bem pouco pra te convencer a desembolsar uma grana.

Henry Rollins

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